O Novo Filme Do Coringa e A Grande Piada Mortal

Durante um bom tempo acredito que uma grande parte de nos amantes de histórias de super-heróis (e vilões) ficamos esperando este momento que está prestes a acontecer!

Finalmente um lançamento voltado exclusivamente para a origem do Vilão mais alucinado e imprevisível dessas histórias. O Coringa!

Um palhaço originado de um homem comum que simplesmente tenta causar o caos mais aleatório possível em Gotham City, a cidade do nosso querido Batman. Desde sua primeira aparição que, era mais caricata em 1940, Coringa tem sido o reator das maiores confusões que o herói morcego tem enfrentado. E vimos este vilão nos cinemas de uma forma que até o momento parecia insuperável, e provavelmente é, no (desempenho) de Hearh Ledger, em The Dark Knight, o segundo filme da trilogia praticamente impecável de Nolan. Sabemos o quando Ledger se superou até os limites da sua mente para atuar este personagem, e criamos obviamente uma imagem quase mística do vilão das cartas de baralho. Coringa agora sobre a direção de Todd Philips, vem tentar nos trazer uma nova perspectiva realística e intensa da psicose dele, e até fazendo uma suposta conexão vista por alguns, da realidade de muitos homens desprezados por tudo. Sem querer glorificar, mas sim trazer uma nova experiência que nos choca, diverte, impressiona e alerta sobre como nossas ações influenciam em outras pessoas, esse filme promete ser um marco, e conseguir a alcunha de Cult. Na história cinematográfica! Pra quem ainda não viu, um bom filme! Aguardo seus comentários e até logo!

A Felicidade

A felicidade é um momento. As vezes são a loucura que se faz com alguém inesperado em um dia qualquer. É a espera, arbitrária, de aguardar o bem-querer, é o simples ato de viver além do comum. Não é possível embalar e vende — la, como dizem, a felicidade não é por causa de um material, mas pela vivência resumida naqueles segundos de realização. Nem tenha vontade de me pedir pra explicar porque, pois, este porque, só quem vive a verdadeira felicidade sabe. E acredito que ela é um presente dado a alguns, vivido por poucos e esperada por todos.

A Cidade

Fomos para a cidade das estrelas, ou como chamávamos aquele lugar, o ponto da onde se podia observar todas as luzes de um ambiente urbano. Postes, e carros se movendo a todo momento em cada quadra.

As bebidas estavam no porta mala, aonde sentei na beirada com meu violão, e você dançava cantos lúdicos sobre o luar.

Parece um sonho, que é realidade, ou não em minhas ilusões, mas todos os momentos poderiam ser perfeitos estando com você. Porque você tem a habilidade de tornar tudo ao seu redor melhor, tendo sua presença e sua luz ao sorrir.

A música fica mais bela, os rostos mais vivos, e os versos fazem sentido, porque é o que você faz.

As Estrelas

Se toda energia de uma estrela como o sol estava concentrada naquele sorriso, não sei dizer.  Enquanto vagamente, segurava o celular, falava bobagens (estilo) pré-adolescentes no colegial:

Vamos pegar mais um bebida?

Sei que nada importa, feito o signo de Áries pra você, que te pedia uma atitude mais positiva na profissão. Será mesmo que é aquilo que dizia a formação daquela constelação que se podia observar no céu? Podíamos ter feito isso com aquele telescópio que sonhamos tanto ter.

Nada importa mesmo.

Todas as emoções que rodeavam a cabeça de cada um fluíam a mil, enquanto o barulho das vozes continua se misturando ao som da guitarra bem arranhada daquele rapaz no palco.

Sério, isso tudo?

 Porque nós tinha sido escolhido para viver aqui nessa época em que todos os dias estavam programados para o fim dos tempos! É claro, em alguma teoria dos astecas. Por outro lado, os fascistas estão aterrorizando democratas como nós, sem ter o que fazer pra sorrir em uma noite. Enquanto tudo isso acontece no mundo, mais bocas e olhares se desejam e não se tocam.

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