O Filme Efeito Borboleta e a Teoria do Caos.

Edward Norton Lorenz, é um matemático e meteorologista, que foi o criador do termo Efeito Borboleta, sendo uma variável da famosa Teoria do Caos, aonde um pequeno evento pode criar uma sequência de fatores que causam grandes mudanças em lugares futuros. Situação bem expressada no filme homônimo de 2004 dirigido por Eric Bress; J. e Mackye Gruber.
No enredo, evitando o máximo de spoilers, vemos o protagonista Evan Treborn que sofre de dores de cabeça frequentes e lapsos na memória, e logo descobre que estes, são momentos no passado em que por ocasiões de leitura do seu diário, ele consegue retornar no tempo. A canção original do filme “Stop Crying In Your Heart Out” da banda Britânica Oasis, nos expressa bem o contexto emotivo do filme e que nos faz questionar a necessidade que as vezes temos de poder ter uma oportunidade de fazer diferente, reconstruir nossa história, talvez a partir de alguma escolha diferente no passado, e se isso iria valer a pena.

Este é um filme que mexeu comigo de diversas formas, desde seu lado romântico entre Evan e Kayle, e as pitadas de ficção científica baseada realmente em uma teoria real. Está é minha recomendação para o fim de semana e espero muito que quem assistir, ou que já tenha assistido deixe seu comentário para podermos falar um pouco sobre. Vou deixar um questionamento:
O que você acha em relação a viagens no tempo?
Aguardo opinião, grande abraço amigo ( a ) s

Casas Estilhaçadas

Antes tínhamos um universo para concertar, casas estilhaçadas, sonhos para dizer, um para o outro, e criaturas mágicas da noite para nos consolar. O nosso plano era viver para sempre numa madrugada de inverno, em uma cabana isolada pela natureza.
Mas nem tudo é como se espera ser, acabamos evoluindo para lados opostos como duas propostas diferentes para uma teoria unificada, desenvolvemos novas raízes coloridas dentro de nós mesmos, que geraram novos frutos. A guitarra diminuiu o som, o volume de nossas emoções só aparece agora de vez enquanto, em encontros casuais, e em sorrisos desesperados.

O Pequeno Príncipe — Sobre Viver Uma Vida Boa.

Em 1940, o mundo conheceu pela primeira vez uma história que poderia ser considerada comum, mas que nos marcaria para sempre após sua leitura. O Pequeno Príncipe de Antoine de Saint-Exupéry ( Le Petit Prince ), publicado inicialmente nos Estados Unidos, foi escrito durante a Segunda Guerra Mundial, quando o autor Francês, sofreu um exílio para a América do Norte. Em meio a turbulências e problemas de saúde, nos contou uma história de crescimento, questionamentos e reflexões a cerca da natureza humana, estes, que em suas práticas, às vezes sem verdadeiro sentido, se atrapalham a ter uma vida plena. Um piloto que se perde no deserto, encontra um garoto louro, que o relata seus caminhos e peripécias por diversos lugares até chegar ali, planetas e constelações, aonde encontrou pessoas que ao lermos, percebemos servirem como alegorias a formas de vida desperdiçadas, ao viverem por sentidos insensatos. Um homem de um planeta que insiste em desejar ser admirado, um banqueiro que conta as estrelas do céu , tratando tudo como um número. Um Rei que insiste em ser saudado em seu domínio que é quase irrelevante, são exemplos de reflexos da sociedade adulta, que vive e trabalha às vezes para alcançar coisas inúteis, e seus propósitos são fúteis e que não valem a pena realmente serem almejados. O príncipe, nos ensina valores que são inestimáveis, aprendidos por ele mesmo em suas viagens. “O essencial é invisível aos olhos”, para se ter uma vida boa, devemos valorizar não os objetos, mas sim os sentimentos que não podem ser vistos, mas acontecem nas horas mais simples. Aprendemos que o valor verdadeiro da felicidade, se encontra nos segundos ao se esperar por quem o cativou, e que cativar e algo importante, porque se você cativa alguém, se torna responsável por aquele ser. Aprendemos que ser feliz, não é só pensar em si próprio primeiramente, mas, na verdade, ser feliz e poder trazer felicidade ao próximo, pois é nesses momentos, nestas experiências, que temos a sensação de ter uma vida que valeu a pena, uma vida boa.

Até a próxima indicação amigo ( a ) s leitores!

Cavaleiros do Zodíaco de Volta Esta Semana!

Mais um lançamento está semana na Netflix atrai atenção tanto de adultos com sua insaciável vontade de sentir a nostalgia dos anos 90, (como eu mesmo) e novos curiosos para conhecer esse universo que foram personagens principais das nossas tardes na Tv aberta.
Seya e os Cavaleiros de Atena retornam a Netflix para podermos passear de novo por suas aventuras entre às doze casas com os Cavaleiros de Ouro e seus poderes extra comunais, armaduras brilhantes e incrivelmente poderosas nossos sonhos de criança de ter pelo menos as miniaturas na estante do quarto! Retorna a saga de Hades que marcou e chocou muitos na época com reviravoltas, mortes inesperadas, emoções de superação e o desenvolvimento de Seya com sua armadura Pegasus. Quero recomendar também pra quem tiver oportunidade assistir à saga ‘Lost Canvas’, também disponível na Netflix em que você acompanha histórias alguns anos antes dos eventos da saga de Hades. Bom fim de semana para todos! Aguardo os comentários pra gente conversar mais!
Até logo!

“El Camino” Novo lançamento no universo Breaking Bad!

É amanhã na Netflix!
O lançamento aguardado por muitos do filme El Camino” uma história no universo de Breaking Bad, contando o que aconteceu com Jesse Pinkman, após os eventos da série.
Breaking Bad, com seu enredo cru, realista e violento, em um mundo de drogas e decadência ( não tão distante de muitas realidades ) foi considerada por grandes listas de críticos, como uma das melhores séries de todos os tempos já criada, obra prima dos diretores Vince Gilligan e Michelle McLaren.
Com uma história que no começo parecia um pouco arrastada, ao se falar sobre uma parceria de um químico, com seu aluno traficante da faculdade, baseada inicialmente pela necessidade desesperada por dinheiro, a série foi construindo um enredo imprevisível ao redor da trama em que ao mesmo tempo eles crescem no mercado com sua fórmula especial de Metanfetamina, incomodam outros grandes chefes do tráfico distintos em outras regiões próximas, e a polícia da fronteira do México. Cada episódio nos deixa em uma situação, e clama por assistir o próximo, e assim, sucessivamente horas a fil são gastas na frente do aparelho de TV, ou computador, celular etc rsrsrs
Agora e esperar com ansiedade e boa expectativa até amanhã para o desfecho de um filme pós série com cara de sucesso.
Até a próxima indicação! Grande abraço.

O Litoral

Como é bom estar aqui hoje!
Aquela paisagem refletida nos olhos parecia vindo direito de uma coleção de papéis de parede surreais do Windows 10. Estava eu, Head, e meu amigo Louis tomando aquela cerveja gelada de sempre, observando garotas e rapazes jogarem o seu voleibol de todo fim de tarde.
— Cara, e como andam os projetos.
Louis perguntou enquanto encarava meu novo manuscrito colocado ao lado na mesa.
-Como sempre, estou muito empolgado. A editora vem fazendo um ótimo trabalho.
Respondi passando o dedo sobre o calhamaço de folhas como se fizesse carinho em um filhote.
— Meu amigo, fico muito feliz.
Louis disse.
— Mas vamos ver se você desenvolve seus negócios, sei que há um tempo a gente não se via, mas como seu velho amigo, tenho ótimas dicas pra te dar. Quem sabe você pode conseguir um nome, contatos com grandes empresários e escritores dessa vez, algum poderia até comprar seu livro… Você ganhar alguns direitos. Afinal hoje em dia tudo se trata de marcas… As pessoas só querem aparecer, sustentar seus status no Instagram. Ninguém vai ler suas viagens exotéricas mesmo de verdade provavelmente.rsrs
Analisei com um olhar sarcástico e pensei sobre o que se passava na cabeça daquele doido. Disse: – Cara. Você pensa que escrevi isso tudo por dinheiro? Você pensa que faço esperando ficar famoso? Tudo o que faço é por consequências. A minha alma está aqui. Eu não venderia minha alma para ganhar mais. Aqui tem conceito, significado, visão, opinião própria… Meu coração, está aqui, nessas páginas. Tanto faz se cem, mil ou um milhão vão ler. Terá valido a pena. Afinal, no fim, é só ela que está aqui.
Dizia aquelas palavras enquanto observava ela nesse momento sair de um mergulho naquele mar que parecia perfeito, apesar de eu não gostar de nadar. Vê – la ali me fez sentir realmente vivo, como sempre fora. Mais que palavras. Inspirado a escrever de novo.

O Nevoeiro = Conto + Filme + Série. O mesmo conceito, impactos diferentes.

Continuando a safra de obras incríveis advindas do mestre Stephen King, farei aqui uma análise sobre a obra, O Nevoeiro, que começou mais especificamente no Conto sobre o mesmo título que faz parte da coletânea Tripulação de Esqueletos já publicada no Brasil.

A história nos traz um conceito que parece simples, mas que quando nos aprofundamos, podemos encontrar um embate complexo social em um ambiente fechado. Ao perceber o nevoeiro estranho que desce em direção a cidade, já se e questionado o envolvimento com alguma experiência do projeto de pesquisa” Ponta de Flecha”, instalação do governo que se localiza naquela direção. Dentro de um hiper mercado federal, pessoas de diversas características, crenças, e ideias como bem descrito pelo mestre King, se encontram cercados por aquela névoa estranhamente densa, branca e apática, que parece carregar perigos muito maiores do que os piores medos que nossa mente poderia imaginar.

Sem querer dar spoilers, é claro, o grande embate dessas pessoas em meio ao extinto de sobrevivência, é também entender a origem daquele perigo, e a partir disso encontrar uma solução. Um conto extremamente envolvente, um filme de final esmagador, (de gerar pesadelos por dias), e uma série que apesar de interessante, não cativa tanto quanto as obras anteriores. Estas são minhas recomendações aqui para o entretenimento do fim de semana, e reflexões futuras, para os aficionados de plantão. Um grande abraço, até a próxima análise!

It. — A Coisa: Mais Que Terror, Uma Análise Sobre o Lado Sujo da Natureza Humana.

Finalmente contados vinte e sete anos depois do primeiro filme / mini série, lançada na Tv baseada no clássico livro de Stephen King, (It. A Coisa, Uma Obra Prima do Medo 1990) Temos o lançamento em duas partes de uma mega produção, (2017/ 2019) com orçamentos somados só dá segunda parte pela media em 79 milhões de dólares, uma alegoria ao fato instigante da criatura, It, voltar a aterrorizar a cidade de Derry, com esta mesma frequência de tempo. (27 em 27 anos).
Com o palhaço Pennywise, mais provocante, colorido, e com transformação aterrorizante, diga se de passagem, trazendo a nova geração, o mesmo fervor do terror feito nos anos 90. Atores de peso, trilha sonora envolvente e nostálgica, o filme nos traz a analogia do medo de palhaços, a uma perspectiva quase de show business, vemos a mensagem de King ao redor de suas vítimas na história, mais claramente desenvolvidas no livro, uma faceta das pessoas humilhadas por fazer parte de minorias da sociedade, desde uma filha abusada pelo “pai”, homossexuais assassinados, uma garota Judia humilhada, o Menino com peso acima da média, que sofre pelas mãos de “colegas” da escola, deste mal impregnado em Derry, que se reflete, em muitos dos seus moradores e alimenta a criatura vilã.
A cidade que mais parece uma alegoria ao mundo moderno, mostra como os humanos podem ser tão assustadores quanto os monstros em baixo do armário. Quero recomendar a leitura, e que assistam a nova obra cinematográfica, com olhos para o enredo assustador / cativante, mas também como um estudo social, que mostra muito do que se precisa evoluir, para que nós, tenhamos capacidade de superar um mal que é mais real e prejudicial, do que poderíamos imaginar.

Até a próxima!

A Festa

Aquela Festa, ele foi sem ter nada porque, talvez tinha, uma garota que o mandava mensagens, o convidando, para a encontrar.
Mas acabou encontrando — se com alguém inesperado. E foi uma daquelas coisas que acontecem às vezes em livros, séries e filmes, todo conteúdo romântico da Cultura “pop”, ela parada ali com seus cabelos pintados, as mechas vermelhas, o corte estilo Hitler, um olhar confiante como se já soubesse de tudo. Naquela noite, ele contou para ela sua vida, porque ela quis saber, mas o que era pra acontecer, já tinha acontecido, no primeiro encontro de olhares dos dois. Não que a blusa (xadrez) importasse, ou que a camiseta de Got dele servisse perfeitamente nela, (um pouco larga), mas planejaram a noite toda ali em segundos, quando acabaram de se encontrar.

Origem: Respondendo (Ou tentando responder), As Grandes Questões De Nossas Vidas.

Já estava há alguns dias com ansiedade e até muita curiosidade para ler a nova obra do autor Dam Brown, ao qual admiro muito, desde seu grande sucesso O Código Da Vinci, que já gerou tantos debates, como eu mesmo já tive com amigos, em relação à questões de Ciência vs Religião. Um tema que sempre rodeou seus trabalhos. Após adquirir esta última obra, até pausei a leitura de outro livro que ando lendo ao qual comentarei em outra postagem, (It a Coisa), pois a principal curiosidade que nos prende ao desejo de ler A Origem, é a mesma questão que existe e até tormenta a vida de muitas pessoas. Qual a origem da Vida? Qual a origem do Universo? Qual o sentido de tudo? Imagino que como pra mim, também pra você leitor, essas perguntas já devem ter passado pela cabeça em algum momento.

 Então o ponto certo da vontade de ler este livro também vai te seduzir provavelmente. Não quero dar nenhum spoiler que comprometa a experiência, mas gostaria de compartilhar algumas visões minhas dessa nova aventura de Robert Langdom:

 É importante respirar fundo, pois a sequência de fatos vão surpreender o leitor mais voraz de “suspense”, ficção e até investigação. Outro fato é que como é de se esperar, as respostas que procuramos nãos eram mesmo encontradas nas primeiras páginas, o que não tira o mérito da trama que nos prende do começo ao fim, com reviravoltas surpreendentes. Sem mais delongas, recomendo esta leitura para vocês amigos, que curtem uma boa ficção, recheada de  fatos e lugares históricos e até termos científicos totalmente verdadeiros, (e pesquisáveis), que os farão se questionar e refletir sobre a vida, e pensar mais se existe ou o que pode ser, um proposito para tudo. 

Até aproxima.

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